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O homem que vivia numa sanita tentava a todo o custo arrastar-se para fora da sanita, fugindo a um mundo conspurcado, que tentava sempre deitá-lo abaixo. Ao tentar chegar fora da sanita, a sua busca pela liberdade personifica a ânsia de se libertar das grilhetas que o prendiam, e dos excrementos que lhe obstruíam a visão, a minha incessante busca da luz, da verdade e da beleza das coisas, sem nada a tapá-las, sem obstáculos no seu caminho.
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